quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Rio da Vida

Nessa extremidade do rio da vida,
penso se as pessoas são realmente felizes,
ou se são poetas da felicidade.

Se sonha, ou se deixa levar por ilusões.
Dizem que felicidade completa pode existir.
Dependerei eu, do outro para alcançá-la?

Felicidade por si só? 
Não se conquista sozinho,
não!

Logo dependo do outro.

Felicidade é entrega, é doar o coração sem que o outro precise de mais,
é solidário, adocicado e romântico.

O rio já não faz tantas ondas, sossegado e pacífico se encontra.
Agora esse rio até reflete a imagem de um homem, refletindo suas dúvidas
e tirando suas próprias conclusões.

Roger Bayeh

2 comentários:

  1. Muuuito legal esse poema Roger! Na minha opnião, o melhor até agora =)

    Bjs

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  2. Realmente quem somos sem o nosso próximo e assim é a nossa verdadeira vida como um rio....Excelente filhão amado,,, teamo muito....

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